A SOR Ibérica, fundada em 1970, tornou-se uma referência Europeia no fabrico de soluções de transporte a temperatura dirigida. Longe do fabrico de veículos padrão, especializaram-se no desenho e fabrico de soluções à medida que melhoram a eficiência das operações dos seus clientes e os ajudam a ser mais competitivos.
Presentes em todos os mercados Europeus durante muitos anos, acumularam grandes conhecimentos técnicos e experiência, e são capazes de oferecer excelência no desenho de múltiplas soluções, protegendo ao mesmo tempo os nossos ecossistemas.
O que vos levou a implementar o Lean na vossa empresa?
Quando me juntei à SOR em janeiro de 2006, já vinha de ambientes relacionados com a Melhoria Contínua e o Setor Automóvel, pelo que estava familiarizado com Lean Manufacturing, Qualidade Total, ISO TS, etc.
A primeira oportunidade de trabalhar com a SGS PRODUCTIVITY surgiu do facto de procurarmos maior capacidade de produção na instalação de fabrico de painéis: isso materializou-se num Workshop Hoshin Kaizen liderado por Fernando Hermenegildo e através do qual obtivemos um aumento da capacidade de aproximadamente 12%.
O que alcançaram graças ao Lean?
A partir da primeira experiência e vistos os resultados, foram sendo realizados projetos de melhoria específicos fundamentados no aumento da capacidade de produção e na melhoria contínua, pelos quais se normalizou o falar de desperdício, não valor acrescentado, etc.
Até à data realizámos mais de 12 projetos e/ou workshops.
Qual foi o momento crucial do projeto?
Com tantos projetos realizados em 20 anos, é difícil destacar um “momento”. Tanto o primeiro Workshop Kaizen, como o Projeto de Melhoria da Logística Interna e, por último, o Workshop VSM, pelo facto de envolverem as diferentes funções, tiveram um grande impacto na organização.
Da mesma forma, pela sua envergadura e duração, teve grande impacto o Projeto de Aumento da Capacidade Produtiva mediante a instalação de uma segunda prensa de conformação de painéis, dado que envolveu todas as áreas da empresa, bem como fornecedores de materiais e serviços, através da implementação de um Modelo Lean de Gestão de Projetos.
Por que nos escolheram?
Conhecia-vos de experiências de trabalho anteriores e sabia que eram daqueles que descem ao terreno e “arregaçam as mangas”.
Conte-nos alguma história que tenha vivido com a SGS PRODUCTIVITY
A SOR faz parte do grupo TRG juntamente com as francesas Chereau e Aubineau.
Dadas as boas experiências e relações que temos com a SGS PRODUCTIVITY, conseguimos convencer a Chereau para que a partir de Espanha lhes désseis suporte em Lean Manufacturing e Melhoria Contínua. Mais ainda, Guillermo García, da vossa equipa, esteve a trabalhar para a Chereau como Responsável de Área durante muitos meses, sem ver o sol na Normandia, e tem sido de grande ajuda para as sinergias industriais nas diversas visitas que tivemos entre empresas.
Como viram a vossa equipa evoluir ao longo do projeto?
Tornou-se comum falar das TOP 5, de desperdício, do que agrega ou não agrega valor…
Se tivesse de definir a colaboração com a SGS Productivity numa só frase… qual seria?
Trabalho no terreno com pessoas muito capazes e dinamizadoras.